Sobre o Autor

Certa vez, um amigo me disse que me admirava a minha “coragem de me reinventar”. Na época eu não entendi nem concordei muito com essa avaliação, mas hoje, passando pelas diversas mudanças na minha vida do jeito que estou, corajosamente ou não, estou tendo que me reinventar – Luís Felipe Barbedo.

É sempre um custoso processo recomeçar. Significa muitas vezes abrir mão de muito do que já conquistamos em prol da conquista de algo novo. É arrumar os armários, as gavetas, as pastas.

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Muitas são as críticas e muitos são os que sabem o que é melhor para nós. No entanto, é necessário que nós abramos nossas próprias trilhas e trilhemos nossos próprios caminhos sob o risco de repetir fórmulas, seguir paradigmas e nos frustrarmos no fim das contas.

Nesse processo, muitas vezes damos de frente com alguma fraqueza, alguma chaga, alguma frustração. Partes de nós que lá estão à nossa revelia. Paciência. Hoje olho minhas mãos e já vejo as marcas da idade. Cada mancha dessas é uma memória, boa ou ruim, de tudo o que já vivi. Sei que ainda tenho muito pela frente e eu sou o único responsável por tudo o que vier. Inclusive por não ter do que me arrepender no futuro. Que venha cada nova marca!

Conhecer novas pessoas é sempre um bom termômetro das mudanças, já que elas vão conhecer e ajudar a construir uma nova pessoa, que talvez as de sempre nunca venham a descobrir. Mas é preciso lembrar que há uma raiz. O verdadeiro amigo que nos ama simplesmente porque nos ama. Sejamos nós quem sejamos, estejamos nós quem estejamos. Não há o que explique, não há o que restrinja esse amor. Recentemente velhos amigos me fizeram perceber isso e agradeço profundamente a Deus pela imagem do Seu amor incondicional que eles são para mim.

Eis o Luís Felipe hoje. Reinventando-se. Redescobrindo-se. Reenamorando-se de si mesmo.